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Lionel Messi

| domingo, 22 de maio de 2011 | |


Lionel Andrés Messi[1][2] (Rosário, 24 de junho de 1987) é um futebolista argentino que atua como atacante ou meia. Atualmente, joga pelo Barcelona e na seleção de seu país.
Atualmente é, na opinião de muitos especialistas, o melhor jogador do mundo. Foi o vencedor das duas últimas edições do prêmio da FIFA, o de melhor jogador do mundo no ano de 2009, além da Bola de Ouro em 2010, equivalente ao prêmio do ano anterior mas com uma nova denominação.

Filho de Jorge Messi e Celia Cuccittini,[5] desde criança demonstrava grande apego à bola, a ponto de negar-se a ir às compras com a família quando não lhe deixavam levar alguma bola.[5] Daria seus primeiros passos nas categorias menores do Abanderado Grandoli, um pequeno clube onde os outros membros da família já haviam jogado [5] - o endereço era a quinze quadras da casa dos Messi.[5] Entrou para a equipe após ser chamado pelo velho treinador para completar o time para uma partida. Tinha apenas quatro anos.[5]
Posteriormente, seu pai, Jorge, seria seu treinador na categoria baby do Grandoli.[5] Lionel conseguia se sobressair com garotos de até sete anos.[5] No entanto, o garoto não duraria muito tempo na equipe: os pais o tiraram do clube após não lhes deixarem acompanhar um jogo do filho por falta de dinheiro para pagar os ingressos.[5] Quando completou sete anos, ingressou então nas divisões menores do clube do coração, o Newell's Old Boys.[5] Ainda assim, não se contentava em jogar na Lepra, jogando regularmente futebol na rua da casa ao lado dos irmãos mais velhos Matías e Rodrigo Messi e dos primos maternos Emanuel e Maxi Biancucchi[5] Lionel àquela altura conseguia jogar contra adversários de dezoito anos.[5]
Porém, com onze anos detectou-se um problema hormonal que retardava o desenvolvimento ósseo de Messi e, consequentemente, seu crescimento.[6][5] Por um ano e meio, o tratamento de 900 dólares mensais,[5] que consistia em injeções alternadas em cada perna toda noite, foi custeado pela fundação onde seu pai trabalhava, até que a fonte secou.[5] Como o Newell's não quis custear a continuação do tratamento, o pai ofereceu o filho ao River Plate.[5][6] O interesse do clube da capital fez com que o Newell's voltasse atrás, mas de forma insuficiente, oferecendo duzentos pesos ao mês.

Barcelona
[editar]A descoberta
O pai, então, resolveu apostar a sorte no exterior, também para poupar a família dos efeitos da crise econômica que ocorria na Argentina.[5] Uma prima da mãe de Jorge Messi vivia em Lérida, na Catalunha, e acolheu os Messi. Lionel passou a ser observado por um olheiro do Barcelona,[5] que o recomendou para testes no clube. Com treze anos e 1,40 de altura, conseguiu se sair bem contra garotos dois anos mais velhos. Recebeu o apoio de Josep María Minguella, o mesmo homem que trouxera Diego Maradona ao Barça, mas o presidente Joan Gaspart e o diretor desportivo Carles Rexach hesitavam em adquirir o jovem, uma vez que teria de custear as despesas não só do tratamento, mas também da mudança familiar.[5]
O Barcelona só se convenceu após Rexach observar Messi, que estava no Infantil B, jogar pelo Infantil A contra uma equipe de jogadores bem mais velhos. Além de pagar pelo tratamento e pela mudança da família de Messi, o Barcelona também contrataria Jorge para ser informante.[5]

''Eu o contratei em 30 segundos! Ele me chamou muita atenção. Em meus 40 anos de futebol, jamais havia visto coisa semelhante. De cinco situações de gol, converteu quatro. E tem uma habilidade excepcional. Me lembrou o melhor Maradona. Seu primeiro contrato eu assinei, simbolicamente, em um guardanapo. Queria contratá-lo o quanto antes. Não podia deixá-lo escapar.''[6]

Ainda assim, o começo foi difícil. Um tratamento mais intensivo (e caro) precisou ser feito.[5] O Newell's negou-se a enviar a documentação necessária para o Barcelona, precisando-se de intervenção da FIFA em favor da permanência do garoto de 14 anos no clube catalão, uma vez que um jovem de sua idade necessitava estar ao lado do pai, oficialmente informante do Barcelona.[5] Com a família radicada na Espanha, cresceu 30 centímetros em trinta meses.[5]
No novo país, seria "rebatizado" de Leonel Messi, daí surgindo o apelido Leo.[5] Na temporada juvenil de 2002/03, marcou 37 vezes em 30 partidas e passou a ser conhecido pelos jogadores da equipe principal, criando boa relação com os brasileiros Fábio Rochemback, Thiago Motta e, principalmente, Ronaldinho Gaúcho, que lhe apresentaria como "seu irmão mais novo",[5] e com seus compatriotas Juan Román Riquelme e Javier Saviola.[5] Ainda sem ter estreado entre os profissionais, já era disputado pelas seleções juniores de Argentina e Espanha.[5] Arsène Wenger, técnico do Arsenal, conhecido por garimpar jovens e desconhecidos jogadores, chegou a convidá-lo para jogar na equipe inglesa, que na mesma época tirara Cesc Fàbregas das mesmas categorias do Barcelona,[5] que imediatamente prorrogou o contrato de Messi até 2012.[5]

Início como profissional
Messi foi integrado ao time principal na temporada 2003-2004, com apenas dezesseis anos, debutando em um amistoso contra o Porto, na inauguração do Estádio do Dragão, em 16 de novembro de 2003. O primeiro jogo oficial, porém, viria quase um ano depois, na temporada seguinte. Foi no clássico contra o Espanyol, em 16 de outubro de 2004.[5] Tornou-se na época o mais jovem jogador do time em partidas oficiais, tanto pelo futebol espanhol quanto pela Liga dos Campeões da UEFA [5] - marcas que posteriormente seriam batidas por Bojan Krkić, em 2007. O primeiro gol viria contra o Albacete, já na temporada seguinte, em 1º de maio de 2005.[5]
Até então, Messi era desconhecido do público argentino,[5] mesmo já descoberto pela mídia de seu país natal: um jornalista da revista El Gráfico, que preparava uma reportagem sobre talentos precoces da América do Sul levados pelos europeus, impressionou-se com depoimentos sobre Messi, o que o levou a entrar em contato com Rexach.[6] Após descrença por parte da revista, cansada de "novos Maradonas" que não vingavam, o repórter conseguiu que o pai de Messi enviasse vídeos do filho, que finalmente convenceram a redação, logo publicando uma nota sobre o jovem,[6] ainda em 2003, onde Rexach previa que em dois anos o garoto já seria uma superestrela mundial.[5]
Depois de artilheiro, melhor jogador e campeão do Campeonato Mundial de Futebol Sub-20 de 2005, ganhou mais espaço no Barcelona, que renovaria mais uma vez seu contrato, até 2014. Na temporada 2005-06, conseguiu lugar cativo entre os titulares da campanha que resultaria no bicampeonato espanhol e na segunda Liga dos Campeões do clube. Todavia, não pôde atuar na decisão continental em virtude de uma lesão nas quartas-de-final, contra o Chelsea, após levar uma pancada de Asier del Horno.[5] Em Junho de 2005 renovou seu contrato com o Barça até o ano de 2014. Antes uma estrela coadjuvante de seu ídolo Ronaldinho Gaúcho, foi aos poucos tomando o lugar deste, conforme decaía, após um longo período em que o brasileiro foi considerado o melhor jogador do mundo pela FIFA.

O auge e os prêmios

Na temporada 2008-09, assumiu definitivamente o posto de principal astro dos blaugranas, ao conduzir o time a uma inédita Tríplice Coroa (Copa del Rey, La Liga e UEFA Champions League). Com vários gols e lances geniais, alcançou inclusive a artilharia da Champions League com nove gols marcados, um deles na grande final, vencida por 2-0 contra o Manchester United, em partida considerada por muitos como um "tira-teima", já que pôs frente à frente os dois principais jogadores do mundo no momento: Messi e Cristiano Ronaldo.
Em 18 de setembro de 2009, renovou seu contrato com o Barcelona, ​agora com duração até 2016, uma cláusula de rescisão de 250 milhões de euros, e cerca 9 milhões e 500 mil euros anuais de salário. Meses depois, em 1 de dezembro, venceu o prêmio Ballon d'Or, entregue pela revista francesa France Football ao melhor jogador da última temporada. Em 19 de dezembro, o Barcelona foi campeão da Copa do Mundo de Clubes da FIFA. Na partida final contra o Estudiantes, da Argentina, o Barcelona venceu na prorrogação com o um dos gols marcados por Messi aos cinco minutos do segundo tempo, e o jogo terminou com o placar de 2-1 a favor dos catalães, dando pela primeira vez o título mundial de clubes à equipe.[7] Após a partida, Messi foi eleito não só o Homem do Jogo, mas também recebeu a Bola de Ouro, entregue ao melhor jogador do torneio.[8]. Dois dias depois, em 21 de dezembro, Messi foi eleito pela primeira vez o Melhor jogador do mundo pela FIFA, à frente do português Cristiano Ronaldo, do brasileiro Kaká e dos espanhóis Xavi e Iniesta.[9] Finalizou o ano de 2009 com um total de seis títulos pelo Barcelona (Copa del Rey, La Liga, UEFA Champions League, Supercopa de España, UEFA Super Cup e Copa do Mundo de Clubes da FIFA) e os prêmios Ballon d'Or e de Melhor jogador do mundo pela FIFA. Era até então o melhor ano de sua carreira, mas anos ainda melhores estariam por vir.

Já em 2010, no dia 16 de janeiro, marcou seu 100º gol pelo Barcelona, aos 85 minutos de jogo, na vitória por 4-0 sobre o Sevilla. Ainda nesta mesma partida, logo em seguida, marcou o de número 101, fechando a goleada.[10] Messi, em seguida, começou uma sequência impressionante de onze gols em cinco jogos. O primeiro veio contra o Málaga numa vitória por 2-1, em seguida, ele marcou mais dois contra o Almería num empate por 2-2. Continuou na semana seguinte, um hat-trick frente ao Valencia numa vitória por 3-0, em seguida, mais dois contra o VfB Stuttgart, na vitória por 4-0 que garantiu a classificação do Barcelona para as quartas-de-final da UEFA Champions League, e, finalmente, mais um hat-trick contra o Real Zaragoza, em uma vitória por 4-2. Neste período, Messi chegou a espetacular marca de oito gols no período de uma semana. Fez seu 200° jogo oficial pelo Barcelona em 24 de março daquele ano, contra o Osasuna.

Em 6 de abril de 2010, pela primeira vez em sua carreira, Messi marcou quatro gols em uma única partida, na vitória por 4-1 sobre o Arsenal num Camp Nou lotado, que garantiu ao Barça a vaga na semi-final da UEFA Champions League. Aquela foi sem dúvidas uma das melhores partidas de Messi até hoje, e, após esta partida, as atenções do mundo do futebol voltavam-se ainda mais para ele. Em 10 de abril, marcou seu 40º gol da temporada 2009-10, o primeiro da vitória por 2-0 contra Real Madrid no Camp Nou, o chamado El Clásico. Em 1 de maio, Messi jogou sua 50ª partida na temporada e marcou mais dois gols na vitória por 4-1 sobre o Villarreal. Apenas três dias depois, em 4 de maio, Messi marcou mais dois em outra vitória, desta vez por 4-1 sobre o Tenerife. Em 8 de maio, Messi marcou o seu 32° gol pela La Liga, durante uma vitória fora contra o Sevilla, e fechou a temporada com mais dois gols contra o Real Valladolid, igualando o recorde de Ronaldo de mais gols marcados numa única temporada da La Liga, com 34 gols na temporada 1996-97. Ao final da temporada, foi eleito o melhor jogador da La Liga pela segunda temporada seguida.

Em 21 de agosto, já pela temporada 2010-11, Messi marcou mais um hat-trick em sua primeira partida da temporada, uma vitória por 4-0 sobre o Sevilla, pela Supercopa de España, competição em que o campeão espanhol enfrenta o campeão da Copa del Rey. Pela La Liga, ele também iniciou a temporada com um gol, marcando logo aos três minutos contra o Racing Santander, em 29 de agosto. Continuou em excelente forma para o jogo da UEFA Champions League contra o Panathinaikos, onde marcou mais dois gols. Em 19 de setembro, sofreu uma lesão no tornozelo no jogo contra o Atlético de Madrid, após uma violenta entrada do zagueiro Tomáš Ujfaluši. De início, temia-se que Messi havia sofrido uma lesão que poderia ter retirado-o de campo por um período de seis meses, mas a ressonância magnética realizada no dia seguinte mostrou que ela não seria tão grave.

Após a sua recuperação, retornou em outubro marcando no empate por 1-1 contra o Mallorca. Continuou sua fantástica sequência de gols marcando contra Copenhague, Real Zaragoza e novamente o Sevilla. Depois de um outubro espetacular, ele começou o mês de novembro marcando novamente contra o Compenhague, num empate em 1-1, e novamente num 3-1 contra o Getafe, onde também deu assistências para os outros dois gols. Neste período, desandou a marcar, e chegou a incrível marca de sete jogos consecutivos marcando gols, quebrando seu próprio recorde anterior, de seis. Chegou também a marca de 50 gols no de 2010. Contra o Almería, fez seu segundo hat-trick da temporada, em uma impressionante vitória por 8-0 fora de casa, sendo o segundo seu 100º gol pela La Liga. Chegou ao seu nono jogo consecutivo com gols (dez, se incluirmos o marcado pela Argentina num amistoso contra o Brasil) numa vitória em casa por 3-0 contra o Panathinaikos, pelo returno da fase de grupos da UEFA Champions League. A sequência de jogos com gols terminou em 29 de novembro, no El Clásico contra o Real Madrid, onde o Barcelona venceu por 5-0. Messi não marcou nenhum, mas deu assistências para dois dos cinco gols. No jogo seguinte, marcou dois gols e deu mais uma assistência contra o Osasuna. No chamado El Derbi Barceloní, contra o Espanyol, partida em que o Barcelona venceu por 5-1, deu mais duas assistências.

Em 10 de janeiro de 2011, iniciou o ano sendo eleito o melhor jogador do mundo pela segunda vez consecutiva, com o prêmio agora denominado Bola de Ouro da FIFA, devido a junção do prêmio da FIFA com o da France Football. Venceu seus companheiros Xavi Hernández e Andrés Iniesta, ambos da Seleção Espanhola de Futebol. Havia uma grande discussão em torno deste prêmio, já que Xavi e Iniesta haviam vencido a Copa do Mundo no ano anterior, e cogitava-se que o fato do torneio também ser organizado pela entidade máxima do futebol poderia pesar na decisão final da entrega do prêmio. Apesar disto, Messi foi o vencedor do prêmio pela segunda vez.


Seu primeiro gol no ano veio contra o Deportivo La Coruña, numa vitória por 4-0 fora de casa, novamente dando também duas assistências. No jogo seguinte, mais um hat-trick, o terceiro da temporada, contra o Real Betis. Seguiu marcando gols contra Racing Santander, Almería e Hércules. Em 5 de fevereiro, o Barcelona bateu o recorde de vitórias consecutivas na liga com 16 vitórias ao derrotar o Atlético de Madrid por 3-0 no Camp Nou. Messi fez uma partida espetacular e marcou mais um hat-trick. Depois de dois jogos sem gols, voltou a marcar contra o Athletic Bilbao em uma vitória por 2-1. Na semana seguinte, marcou seu primeiro gol de cabeça na temporada numa vitória por 3-0 contra o Mallorca. O Barcelona agora igualava o recorde de vitória seguidas fora de casa pela La Liga, que pertencia ao Real Sociedad na campanha de 1979-80 com uma invencibilidade de 19 jogos fora de casa. Este recorde foi quebrado três dias depois, quando Messi marcou o único gol da vitória sobre o Valencia no Estádio de Mestalla. Em 8 de março, marcou dois gols contra o Arsenal na UEFA Champions League, eliminando o clube londrino do torneio, como já havia feito na temporada anterior, e classificando o Barça para as quartas-de-final. Pelo jogo das quartas, em 12 de abril, marcou na vitória contra o Shakhtar Donetsk, se tornando o maior artilheiro da história do Barcelona numa única temporada e classificando o clube para as semi-finais. Marcou mais um no El Clásico contra o Real Madrid, realizado no Estádio Santiago Bernabéu. Este foi o primeiro jogo da sequência de quatro entre Barcelona e Real Madrid num período de 18 dias. No segundo jogo, pela final da Copa del Rey, o Barça foi derrotado por 1-0 e acabou perdendo o título do torneio para os merengues. O terceiro jogo foi pelo jogo de ida da semi-final da Champions League, em 27 de abril, novamente no Santiago Bernabéu, e Messi marcou dois gols, um escorando a bola entre as pernas do goleiro Iker Casillas após cruzamento de Ibrahim Afellay e outro após uma espetacular arrancada desde o meio-de-campo, passando por quatro marcadores bem na sua característica, decretando a vitória por 2-0 dentro do estádio do seu maior rival.[11] No jogo de volta, agora no Camp Nou, o simples empate por 1-1 garantiu a vaga dos catalães na final da Champions League,[12] onde enfrentarão os ingleses do Manchester United, como na final de 2009.

Em 11 de maio, após o empate por 1-1 contra o Levante, o Barcelona sagrou-se campeão da La Liga 2010-11 com duas rodadas de antecedência, abrindo seis pontos de vantagem sobre o Real Madrid a duas rodadas do final.[13] Este é terceiro título nacional consecutivo do Barça, e o quinto desde que Messi começou a atuar na equipe. Até o momento, o argentino contabiliza um total de 52 gols na temporada 2010-11: 31 pela La Liga, 11 pela UEFA Champions League, 7 pela Copa del Rey e mais o hat-trick pela Supercopa de España no primeiro jogo da temporada.

Seleção Argentina
Em 2005, após a primeira matéria sobre Messi na El Gráfico, foi imediatamente convocado para a seleção argentina Sub-20, para acabar de vez com as intenções da Espanha de naturalizá-lo.[6] No Campeonato Mundial de Futebol Sub-20 de 2005 não só foi campeão como também se tornou artilheiro com seis gols, e foi eleito o melhor jogador do torneio. Além disso, conquistou uma vitória sobre o Brasil nas semifinais.

Foi convocado por José Pekerman para a disputa da Copa do Mundo FIFA de 2006, realizada na Alemanha. Com 18 anos e 357 dias de idade, tornou-se o quinto jogador mais jovem a marcar um gol numa Copa do Mundo, ao marcar o último da goleada por 6-0 sobre a Sérvia e Montenegro. Entretanto, passaria a maior parte da competição no banco.

No ano seguinte, liderou a Argentina em sua campanha até a final da Copa América de 2007. O país, mesmo favorito, perderia a final para o Brasil, seu maior rival, por 3-0. Contra os brasileiros, já havia sofrido derrota pelo mesmo placar num amistoso em 2006, após a Copa de 2006. Conseguiu ter sua vingança nas Olimpíadas de 2008, em que os albicelestes venceram também por 3-0 nas semifinais, e terminaram o torneio com a medalha de ouro.

Outro momento memorável contra os rivais deu-se no mesmo ano, nas eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010, sendo aplaudido pela torcida brasileira no 0-0 entre as duas seleções, em jogo realizado no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte.

Entretanto, na mesma temporada em que se consagraria no Barcelona com a "tríplice coroa", passou a ter atuações aquém do esperado na seleção, sendo bastante criticado pela mídia argentina.
Leo foi convocado para a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. O craque argentino não marcou nenhum gol, mas mandou na trave e concorreu ao prêmio de "melhor jogador", que foi entregue a Diego Forlán do Uruguai.
[editar]Comparações com Maradona
Tem sido cada vez mais frequentes as comparações ao que é considerado a maior lenda do futebol argentino, não só pela forma explosiva de jogar, mas também pelos gols parecidos com os de Maradona que tem marcado ao serviço do Barça.
Um deles, contra o Getafe, lembrou o gol mais famoso do Pibe, contra a Inglaterra, na Copa do Mundo FIFA de 1986, driblando vários adversários em aceleração, inclusive o goleiro, e finalizando com um toque sutil para o fundo das redes. Messi também faria o seu gol de mão contra o Espanyol, da mesma forma que Maradona fizera também contra os ingleses.
Assim como Maradona, Messi também tem baixa estatura e é canhoto, além de ambos terem passado pelo Newell's Old Boys e pelo Barcelona ao longo de suas carreiras.

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